MODO PETISTA DE GOVERNAR
Mais do que sabido, a partir de 2003, quando LULA foi eleito pela primeira vez para comandar o Poder Executivo do Brasil, em muito pouco tempo o mundo todo percebeu, compreendeu e comprovou que o -MODO PETISTA DE GOVERNAR- sempre teve como -FOCO PRINCIPAL E SECUNDÁRIO- a PRODUÇÃO DE MAZELAS do tipo que misturam, em doses cavalares, ALTA CORRUPÇÃO, MÁ ADMINISTRAÇÃO, INCOMPETÊNCIA, INFORTÚNIOS, ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS etc., com reflexos SOCIAIS ECONÔMICOS INCALCULÁVEIS.
PROSPERIDADE PETISTA
Em meio ao processo de convencimento -palpável, paulatino e inequívoco- do quanto o MODO PETISTA DE GOVERNAR tem sério compromisso com a DESTRUIÇÃO, A CORRUPÇÃO E A ROUBALHEIRA, muita gente, com cara de espanto, acabou por descobrir, enfim, que a PROSPERIDADE, sob a ótica dos PETISTAS, tem -COMPROMISSO ETERNO COM O INSUCESSO-, ou seja, com a OBTENÇÃO DE RESULTADOS TRÁGICOS E/OU INSUSTENTÁVEIS A MÉDIO E LONGO PRAZO.
FRACASSO EM SAMBA E VERSO
Ainda assim, partindo do princípio de que -TUDO TEM LIMITE-, nem mesmo os mais resistentes, do tipo que apoiam o FUNESTO IDEÁRIO PETISTA, imaginavam que o -MODO PETISTA DE GOVERNAR-, acabaria, por óbvio, levando – A ESCOLA DE SAMBA – ACADÊMICOS DE NITERÓI- ao inevitável -REBAIXAMENTO PARA O GRUPO DE ACESSO-. Como se vê, tudo que LULA e o PT tocam, se envolvem, participam e elegem, resultam sempre em estrondosos FRACASSOS. Vide, por exemplo, as ESTATAIS, que ano após ano acumulam prejuízos cada vez maiores.
O POVO É O GRANDE FRACASSADO
Pois, para deixar bem claro que, NA REAL, o maior FRACASSADO É O POVO BRASILEIRO, pois a Escola de Samba ACADÊMICOS DE NITERÓI recebeu R$ 9,6 MILHÕES EM VERBA PÚBLICA (DINHEIRO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS) para realizar seu desfile. Os pagamentos vieram da PREFEITURA DE NITERÓI, DO GOVERNO DO ESTADO DO RJ, DO GOVERNO FEDERAL, POR MEIO DA EMBRATUR, E DA PREFEITURA DO RJ, VIA RIOTUR. Mais: o governo federal, leia-se LULA e JANJA, se envolveu diretamente com o desfile.
PRIME NEWS
LIVRO DE FELIPE CAMOZZATO
No dia 27/02, sexta-feira, às 17:30, o deputado estadual Felipe Camozzato, estará lançando o livro DOIS MUNDOS – O Brasil precisa acabar com o abismo entre o público e o privado.
Local: Instituto Caldeira – Travessa São José, 455 – Navegantes
THE ECONOMIST
A revista britânica The Economist afirmou, em artigo publicado nesta quinta-feira (12), que o Brasil deve servir de alerta para as economias desenvolvidas diante do risco de uma “brasileirização” fiscal — cenário em que juros elevados tornam a dívida pública cada vez mais difícil de administrar.
Segundo a publicação, o país vive um paradoxo: combina indicadores considerados positivos, como crescimento econômico, Banco Central independente e resultado primário próximo do equilíbrio, com uma dinâmica de endividamento classificada como explosiva.
Com a taxa Selic em 15% ao ano, o governo brasileiro deve tomar emprestado cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) apenas para pagar juros da dívida, aponta a revista. Embora a dívida líquida esteja em 66% do PIB — patamar elevado para mercados emergentes, mas inferior ao de muitas economias ricas —, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a dívida bruta pode atingir 99% do PIB até 2030. Em 2010, esse percentual era de 62%.
A revista afirma que o país se aproxima de uma escolha difícil: promover um ajuste fiscal profundo ou enfrentar uma espiral de juros e dívida. No entanto, considera a austeridade politicamente inviável no curto prazo. O texto cita o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição em outubro, afirmando que houve flexibilização dos gastos públicos, o que reduziria as chances de um ajuste severo.
Fatores estruturais
Para explicar por que o Brasil paga juros mais altos que economias desenvolvidas, a publicação aponta fatores institucionais e históricos. Entre eles, instituições consideradas frágeis, inflação sensível devido ao trauma da hiperinflação dos anos 1980 e 1990 e rigidez nos gastos públicos.
O país destina cerca de 10% do PIB ao pagamento de aposentadorias. Segundo a revista, sem novas reformas, o Brasil poderá gastar mais com pensões em 2050 do que países mais ricos e envelhecidos. As aposentadorias são protegidas pela Constituição, que vincula reajustes ao salário-mínimo, dificultando cortes de despesas e comprimindo outros investimentos.
Sinais nos Estados Unidos
A The Economist sustenta que o Brasil funciona como um “alerta antecipado” para o mundo rico. O editorial afirma que os Estados Unidos já apresentam sinais iniciais desse processo, como pressão sobre instituições e maior dificuldade de controle da inflação após a pandemia.
Pontocritico.com
Origem: https://www.rsnoticias.top/2026/02/fracasso-em-samba-e-verso.html