MAIS DO QUE SABIDO…
Antes de tudo há que se admitir que todos os TEXTOS OU PENSAMENTOS produzidos por LIBERAIS e/ou CONSERVADORES, que DEFENDEM a -VALORIZAÇÃO DA LIBERDADE INDIVIDUAL, A LIMITAÇÃO DO PODER DO ESTADO E A ECONOMIA DE MERCADO- não raro esbarram num MACIÇO E SUBSTANCIAL BLOCO formado por ANALFABETOS FUNCIONAIS, dotados, infelizmente, de SEVERAS LIMITAÇÕES PARA ENTENDER, COMPREENDER E INTERPRETAR TEXTOS e/ou FAZER CÁLCULOS FINANCEIROS BÁSICOS.
DENTRO DA BOLHA
Como sobram muito poucos brasileiros com real CAPACIDADE DE DISCERNIMENTO, do tipo que exercitam constantemente a -RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO- ginástica FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO LÓGICO, quem se dispõe a EXPOR AS INEQUÍVOCAS VANTAGENS DAQUILO QUE OS LIBERAIS e/ou CONSERVADORES DEFENDEM acaba se COMUNICANDO -DENTRO DE UMA BOLHA- cujo universo -pouco representativo- INTERAGE E TROCA INFORMAÇÃO com quem -invariavelmente- JÁ COMPARTILHA DE VALORES E/OU IDEIAS SEMELHANTES.
DIREITO FUNDAMENTAL
Pois, mesmo diante DESTA ESTRONDOSA E CLARA REALIDADE vejo, com satisfação enorme, que a maioria desses PENSADORES segue em frente, ou seja -NÃO SÃO DO TIPO QUE -JOGAM A TOALHA-. Esta, aliás, é a CARACTERÍSTICA do GRUPO PENSAR+, que reúne PENSADORES sempre PRONTOS E DISPOSTOS A EXPLICAR O QUANTO A LIBERDADE É ESSENCIAL, PELO FATO DE QUE PERMITE A ESCOLHA, A EXPRESSÃO E A ORGANIZAÇÃO DA VIDA INDIVIDUAL E SOCIAL PARA A DIGNIDADE HUMANA E O FUNCIONAMENTO DEMOCRÁTICO.
O CASO GROENLÂNDIA SOB A ÓTICA DO DISCERNIMENTO
Pois, mesmo sabendo que o CONTINGENTE DE ANALFABETOS FUNCIONAIS é fortemente INFLUENCIADO PELA MÍDIA TRADICIONAL e suas EMBRIAGANTES NARRATIVAS, dificultando assim a COMPREENSÃO SOBRE ASSUNTOS REALMENTE IMPORTANTES, achei oportuno compartilhar o texto do pensador LEANDRO RUSCHEL que explica, com discernimento, o -CASO GROENLÂNDIA-. Eis:
Nos últimos dias, a postura de Donald Trump em relação à Groenlândia causou uma verdadeira comoção global. Segundo ele, o controle daquele território é estratégico para a defesa dos Estados Unidos e do próprio Ocidente, especialmente diante da crescente presença chinesa e russa no Ártico. Com o recuo do gelo e o aumento da navegabilidade na região, o território torna-se mais vulnerável.
Além disso, a Groenlândia funciona como um posto avançado em uma possível rota de ataque com mísseis intercontinentais contra o território americano.
Há quem diga que Trump está motivado por interesses minerais. Outros falam em vaidade pessoal ou na tentativa de deixar um legado. O fato é que diversos presidentes americanos já tentaram, ao longo da história, adquirir esse território — sem sucesso. Recentemente, no Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump afirmou que descarta o uso de força militar e que continuará buscando uma solução negociada, apesar de ter levantado essa hipótese dias antes.
Mesmo assim, muita gente passou a tratar essa movimentação como uma espécie de traição dos Estados Unidos à Europa. Como se Trump estivesse desmontando a OTAN por iniciativa própria e os europeus fossem vítimas passivas dessa postura.
Mas será que essa leitura faz sentido?
A fixação na Groenlândia faz com que muitos deixem de enxergar algo muito mais profundo: o fim de um ciclo. Um ciclo que não foi produzido por Donald Trump, mas pela própria Europa e pelo seu projeto globalista de poder. Existe uma crença difundida — especialmente no Brasil — de que a Europa ainda representa o Ocidente como ele era conhecido durante a Guerra Fria. Um bloco liderado pelos Estados Unidos, ancorado nas liberdades individuais, na propriedade privada, na liberdade de expressão, de culto, de associação política e em um Estado contido.
Esse modelo se opunha claramente ao modelo soviético, em que o Estado esmagava o indivíduo, eliminava a propriedade privada e suprimia direitos fundamentais. Com a queda do Muro de Berlim, parecia que o Ocidente havia vencido.
Mas, desde então, emergiu um novo projeto totalitário, travestido de democracia socialista. Um modelo que não é nem o capitalismo americano clássico, nem o comunismo soviético, mas uma síntese representada pela União Europeia.
Nesse modelo, os Estados se tornam cada vez maiores, a burocracia se expande, o poder se concentra em Bruxelas, as soberanias nacionais perdem relevância, os impostos aumentam, o mercado existe apenas até a página dois e a iniciativa individual é substituída por uma dependência estrutural do Estado. Empresas e cidadãos passam a viver sob um Estado regulador que interfere em todas as esferas da vida humana.
Esse sistema se ancora no globalismo: fronteiras abertas, imigração em massa, relativização de valores culturais, exportação de empregos e produção para países de mão de obra barata, enquanto a classe média europeia e americana é achatada. Não por acaso, esse modelo gerou revolta popular, resultando em fenômenos como o Brexit e a eleição de Trump em 2016.
A reação do establishment foi imediata. Veio a censura da internet, a criminalização do chamado “populismo”, a narrativa das fake news e a perseguição política sob o pretexto de salvar a democracia.
Paralelamente, avançaram agendas que concentram poder: ideologia de gênero, ataque ao cristianismo, destruição das bases culturais do Ocidente, ambientalismo radical e controle crescente da vida econômica e da mobilidade das pessoas.
Hoje, a Europa não se parece em nada com a Europa que se dizia livre em oposição ao bloco soviético. Pessoas são presas por rezar em silêncio, partidos de oposição são ameaçados de criminalização, líderes políticos são impedidos de concorrer e eleições são anuladas quando o resultado desagrada ao sistema. Trata-se de um projeto abertamente antiliberdade, antieconomia e antihumano.
Essa lógica foi importada para o Brasil. A censura e a perseguição política aqui implementadas seguem o mesmo modelo europeu e globalista, com apoio de ONGs, think tanks internacionais e até estruturas ligadas ao Departamento de Estado americano durante o governo Biden.
Os Twitter Files e investigações independentes já expuseram esse mecanismo.
É nesse contexto que deve ser entendida a atuação de Trump e da direita americana. Há um rebalanceamento de forças, um questionamento sobre o papel da OTAN e sobre quem ela realmente serve. A Europa, que se acostumou a viver sob o guarda-chuva militar americano, agora é forçada a encarar a realidade: seu Estado de bem-estar social é insustentável, sua economia estagnou e o autoritarismo cresce à medida que o empreendedorismo é sufocado.
Talvez estejamos diante de um ponto de inflexão. Talvez tardio demais. Mas o que ameaça o mundo não é Donald Trump. É o projeto globalista europeu, somado ao projeto totalitário chinês.
Ambos buscam o mesmo fim: o poder concentrado esmagando o indivíduo — um usando a força explícita, o outro usando a máscara da democracia e da liberdade.
Pontocritico.com
Origem: https://www.rsnoticias.top/2026/01/dentro-da-bolha.html